Quando um ERP passa a ser visto como um problema, na maioria das vezes o que existe é uma parametrização feita às pressas na implantação e nunca revisada.
Sinais clássicos: relatórios que não batem com a contabilidade, usuários mantendo planilhas paralelas, notas fiscais rejeitadas com frequência, estoque com saldo negativo, aprovações feitas por e-mail fora do sistema, fechamento mensal que se arrasta por semanas e integrações que exigem digitação manual.
O caminho é um diagnóstico estruturado: mapear o processo real, comparar com o processo configurado no sistema e priorizar os ajustes que geram mais impacto no menor prazo.
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